O MEU GATO PRETO

Homenagem ao Tchuco (“bêbado”, em terra de italino), o meu gatinho preto, um gato muito amado, e que vai deixar muita saudade na minha casa.

É muito gratificante adotar um animalzinho que, se não fosse por você estar no lugar certo na hora certa, não teria chances de sobrevivência.

Quem imaginaria que aquele gatinho, que chegou ao Hospital Veterinário da UFRGS atropelado, em estado de choque e com lesão neurológica, aquele que o proprietário não quis tentar o tratamento e solicitou que fosse feito eutanásia, seria tão especial na minha vida.

Naquele momento, mandei o proprietário embora e iniciei o tratamento imediatamente, e me prometi que, se ele se salvasse, ficaria com ele. Uma semana depois ele estava indo comigo para casa!!!

Gatinho engraçado… pela lesão neurológica, não tinha muito equilíbrio e caminhava sempre usando a parede como apoio. Com o tempo, foi aprendendo a se equilibrar, dava saltos a metros de distância, mas não era capaz de pular alto… 

Em compensação, era um gato muito doce, carinhoso, companheiro… COISA DE GATO PRETO!! Super ativo, brincalhão, e aprontão também. Sempre querendo ir na sacada, somente saía com supervisão e utilizando peiteira e guia, para aproveitar o sol.

Por uma distração, ele foi para o terraço, subiu no guarda corpo e caiu! E assim veio a óbito.

Por mais que nós da família cuidássemos, fica a dica: nem sempre estamos por perto para supervisionar, e podem acontecer acidentes… a lição aqui é que não adianta confiar na sorte: se temos gatos, temos que ter tela nas janelas e sacadas. A dor de perder um gatinho que amamos é enorme… não deixe que isso aconteça, previna!

 

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4 responses to “O MEU GATO PRETO

  1. Nossa, que história linda! Não sei como seu antigo dono conseguiu desistir de seus bichinho facilmente. Se acontecesse com o Tuxo (apelido que dei a meu gatinho que também é pretinho e que adotei depois dele ser abandonado chamado Pituxo) eu faria tudo até me garantirem que não teria reversão.
    Sou uma pessoa que acredita que Deus deu uma missão muito linda para os bichinhos: eles vieram nos trazer alegria e realmente nos ensinar oque é amar e ser fiel.

  2. Andréa O. Macedo

    Raquel, que história linda, o importante é que ele foi muito amado pelo tempo que você cuidou dele!!!! É muito difícil e sofremos muito, se eu ainda sofro e me culpo pela Brida, imagino como um veterinário se sente quando perde um bichinho… Mas hoje sei que Deus sabe o que faz e devemos tirar sempre uma boa lição e seguir amando os que ficaram conosco…… Beijos, muita paz….

  3. Isabel Zanella

    Raquel, pode ter certeza que o “negão” foi muito feliz com vocês e que a presença dele só contribuiu para um melhor crescimento de suas vidas. Abraços. Isabel

  4. Querida amiga,

    Compartilho de tua tristeza pois, há 2 meses perdi um dos meus filhotes, já com 11 anos mas, com linfoma e, como vet, me senti impotente de não ter conseguido salvá-lo.
    Meu consolo foi que o tirei das ruas e, enquanto viveu comigo e minha mãe, dei-lhe tudo o que me foi possível, o que garantiu uma vida de qualidade.
    Tenho tb uma neurológica comigo que, aparentemente está bem mas, não sei até quando.
    Conte com meu apoio e auxílio no que for possível.

    bjins

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